Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 25/07/2022
No filme “Preciosa”, à adolescente Claireece Jones, sofre uma série de privações durante sua juventude, violentada pelo pai abusada pela mãe ela cresce irritada sem qualquer tipo de amor. Em consonância com a realidade Clareece, está de muitos cidadãos, já que o estigma associado à violência infantil ainda é persistente na sociedade brasileira. A violência infantil até então é negligenciada em nosso país e precisa ser combatida com medidas que realmente venham garantir os direitos das crianças e adolescentes.
Primeiramente, é indubitável que a violência infantil na sociedade brasileira ainda persiste. Desse modo, dados da Fundação das Nações Unidas(UNICEF) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil, em média 7.000 por ano. Contanto evidencia-se que este é um problema que vem crescendo ao longo dos anos e a maior parte dos casos é de violência doméstica, por pessoas de seu convívio social. Assim ficando evidente a fragilidade das crianças e adolescentes, já que não se sentem seguros nem em suas residências.
Outrossim, é perceptível que a violência infantil é negligenciada em nosso país, pela sociedade que debate escassamente sobre o assunto e que está presente em muitos lares do nosso país. Por conseguinte, quando se fala em violência contra crianças e adolescentes associamos imediatamente a algo físico, porém não podemos esquecer da violência psicológica infantil, que acontece com frequência sem nem notarmos. Portanto, foi criado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que visa em seu artigo 1°, define-se como a lei que dispõe sobre a proteção integral à Criança é o adolescente, assim dando assistência, proteção e garantindo seus direitos.
Em vista dos fatos citados, faz-se necessário à adoção de medidas que venham amenizar a violência infantil e garantir seus direitos. Assim sendo, cabe aos órgãos responsáveis em conjunto com a sociedade, estruturar uma rede de apoio social, através de serviços especializados que possam orientar as famílias sobre práticas educativas e fornecer informações sobre o desenvolvimento infantil e adolescente. Somente assim, podemos acabar com este cenário em nossa nação.