Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 13/07/2022

Na obra cinematográfica “Coringa”, o personagem principal revela que passou por diversos traumas em sua infância e que isso o trouxe graves problemas na sua vida adulta. Nesse sentido, muitas crianças e adolescentes são violentadas de inúmeras formas em suas próprias casas, o que pode causar problemas relevantes no futuro. Diante desse problema, esses jovens podem enfrentar muitas doenças mentais, assim como a tendência de terem enfermidades físicas gravíssimas. Sendo assim, refletir sobre o estorvo social em pauta, a fim de formular-se uma intervenção,faz-se necessário.

Inicialmente, vale ressaltar que quando passamos por situações traumáticas no início da vida repetidas vezes, a química cerebral é afetada. Segundo a SDH (Secretaria de Direitos Humanos), cerca de 70% dos casos de violência infantil acontecem nas residências em que moram as vítimas. Esses dados nos mostram que essas atrocidades são feitas com frequência, já foi comprovado cientificamente que quanto mais a área do cerébro que é responsável por nos dar alerta em momentos de perigo é ativada, mais o indivíduo fica propenso a ter variadas doenças pisicológicas que podem tornar sua vida bem difícil.

Ademais, nota-se que além dos empecilhos mentais, os menores que passam por isso também são inclinados a obter enfermidades que afetam os sistemas do corpo humano. De acordo com Hipócrates -médico e filósofo da Grécia antiga- “O homem saudável é aquele que possui um estado mental e físico em perfeito equilíbrio”. Através dessa citação, é possível refletir que o cidadão que viver essa angustia, provavelmente não será saudável ao longo dos anos, uma vez que patologias no sistema respiratório, cardiovascular e endocrino podem aparecer, outrossim as doenças mentais.

Portanto não se há de negar a violência infantil seja uma desafiadora realidade brasileira. Para minimizar tal questão, urge que o Governo, instância máxima do Executivo, aliado ao Estatuto da Criança e do Adolescente, determine a criação de núcleos de atendimento aos jovens.Isso será feito por intermédio de apoio financeiro governamental e de profissionais da saúde. Tal ação deve ser efetivada com o fito de que os erros cometidos com as vítimas sejam reparados.