Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 27/05/2023

Desde a colonização do Brasil, durante a escravidão, é visto a violência infantil em vários aspectos, onde, a partir do século XVIII, a infância passou a ser valorizada. Porém, apesar do surgimento de diversas leis ao apoio a criança e o adolescente nos dias atuais, isso não significa que exterminou tal abuso, como o sexual e o trabalho infantil.

Em primeira análise, a obra literária ‘‘Lolita’’ relata um amor abusivo e obsessivo de Humbert Humbert, um homem adulto, com Dolores Haze, conhecida como Lolita, de 12 anos. Fora da ficção, os casos de pedofilia aumentaram com o passar dos anos, onde, de acordo com o site da Folha, entre 2022 e 2023 o número de denúncias no Disque 100 aumentaram cerca de 48%, sendo então, na maioria dos casos, o abusador um parente ou conhecido próximo.

Em segunda análise, o documentário ‘‘Trabalho Infantil: Ontem e Hoje’’ narra a experiência daqueles que foram e são vítimas desse serviço, onde lutam para o fim dessa atividade. Sendo assim, é visto inúmeras maneiras de como ocorrem esses trabalhos, sejam em condições de rua até grandes empresas, onde, tais vítimas são colocadas em situações de risco.

Portanto, a violência infantil passou a ser um ciclo de irregularidades, se tornando então, algo comum em nossa realidade. Dessa forma, é necessário algumas intervenções, onde o Estatuto da Criança e do Adolescente em parceria com mídias sociais busquem promover propagandas contra tais abusos, incentivando a denúncia para o fim desses crimes, e, com o Estatuto da Saúde, ser disponibilizado acompanhamento psicológico e físico em postos de saúde para casos de agressões, de uma forma geral.