Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 25/05/2023
Os vários tipos de violência contra os menores de idade estão relacionados a fatores culturais, econômicos e sociais. As mesmas acontecem em qualquer lugar do mundo, nas diferentes classes sociais, prejudicando crianças e adolescentes, porém, essas atitudes vêm de pessoas próximas e de confiança dos baixinhos. No Brasil, esses problemas atingem milhares de crianças e adolescentes, comprometendo os seus desenvolvimentos físicos, emocionais e intelectuais.
É preciso conhecer os casos de violência e como identificá-los, preveni-los e combatê-los. Para compreender melhor o que se entende por violência, a Lei 13.431/2017 (Lei da Escuta Protegida) aborda alguns tipos de violência: Violência física, psicológica, sexual, institucional e patrimonial. A negligência e o trabalho infantil são outros pontos importantes que são citados na mesma lei.
É importante ressaltar que em 2020 no Brasil, 60% das vítimas tinham menos de 13 anos, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Entretanto, há um projeto que atua em território nacional, chamado “Crescer Sem Violência”, que preza pela educação infantil e mobilização contra a violência de menores. Entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 foram mortos de modo violento, com média de 7 mil por ano, segundo o Panorama da Violência contra Crianças e Adolescentes, lançado pela UNICEF.
Portanto, é importante esclarecer que o psicológico dos pais e responsáveis é extremamente essencial para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Também é necessário reforçar a ideia de conscientizar sobre nas escolas e apoiar projetos que combatem a violência de menores.