Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 26/05/2023
O filósofo Raimundo de Texeira Mendes, em 1889, adaptou o lema “Ordem e Progresso” não só para a bandeira nacional, mas também para a nação que atualmente enfrenta muitos obstáculos ao seu desenvolvimento. Infelizmente, o abuso infantil se destaca entre eles. Este é um problema recorrente na sociedade brasileira. Isso se deve em grande parte à má influência da família e à falta de ensino sobre isso nas escolas.
Vista sob esse prisma, a violência no ambiente familiar é claramente um sério entrave, uma vez que costumes e ideias, boas ou más, muitas vezes são passados de pai para filho, influenciando o comportamento e as crenças da criança. Segundo o advogado Mahatma Gandhi, o ódio não deve ser usado para erradicar a violência e, para viver em harmonia, é preciso ser paciente e gentil com os outros, conforme narrado em “O virtual da ira” pelo neto do citado pensador Arun Gandhi (Arun Gandhi). Nesse sentido, urge colmatar a falta de empatia entre as sociedades, que infelizmente se evidencia no país.
Além disso, é importante observar que as disparidades escolares são um fator impulsionador das consequências do abuso sofrido pelos jovens. Vale ressaltar que há uma falta de comunicação entre a escola e os alunos sobre o assunto, o que se deve ao fato de o assunto ser negligenciado e tratado de forma ambígua dentro do contexto pedagógico, dificultando o relato por parte das crianças ou jovens. . Um exemplo disso é o filme “Matilda” do Disney Channel Network, como a personagem principal Matilda vive com uma família distante no programa de entretenimento, eles não valorizam a filha, ela é abusada psicologicamente pelos pais, irmãos. A menina recebeu apoio após conhecer uma professora da escola que frequentava, levando à adoção da professora, que lhe deu ajuda e moradia digna.
Portanto, analisa-se a necessidade de intervenção nesta situação. Para tanto, o Ministério da Educação deve lançar uma campanha de não agressão dirigida aos jovens, divulgando-a em mídias influentes como Instagram, Twitter e jornais, proporcionando uma forma mais dinâmica e interessante para psicólogos e especialistas em instituições de ensino.