Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 03/11/2023

Durante o século XXI, o número de crianças e adolescentes agredidos de maneira psicológica, física e até sexualmente vem crescendo cada vez mais. Consoante os dados da Fundação das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a cada dia, em média, 129 ocorrências de violência infantil são reportadas ao Disque Denúncia 100 e, além disso, vários casos nunca chegam a ser indiciados.

Esse problema recorrente possui alta influência, especialmente em consequência de uma má influência familiar e a falta de abordagem sobre o assunto nas escolas.

Sob essa perspectiva, nota-se que os atos de agressão que ocorre nos ambientes domésticos é um grave empecilho, em virtude dos costumes e da mentalidade que é transmitida de geração em geração, influenciando no intelectual que a criança pode levar para a vida, e assim sucessivamente. Segundo o advogado Mahatma Gandhi, o uso do ódio para suprir a violência é incorreto, e a paciência e as boas relações entre as pessoas são fundamentais para a harmonia na sociedade e, principalmente, a compatibilidade entre os pais e seus filhos é primordial, a fim de que as atitudes e os pensamentos da sociedade melhorem com o passar dos anos para buscar a empatia familiar e social.

Ademais, os locais de ensino também possuem uma forte influência com seus alunos, principalmente devido ao tempo em que ficam na escola. Com isso, é fundamental que esses locais de aprendizado orientem os alunos sobre as consequências da violência infantil, para que os próprios fiquem cientes e possam tomar as próprias providências, em caso de emergência. Além disso, muitos estudantes têm a escola como fuga de problemas familiares, podendo aumentar o domÍnio escolar sobre a depêndencia do aprendiz.

Destarte, cabe ao Ministério da Educação, por meio de divulgações nas mídias sociais, motivar a criação de campanhas para evitar a agressão infantil, podendo disponibilizar psicólogos e especialistas em ambientes de ensino, para trabalhar a mente e determinar as ações dos estudantes, a fim de eludir esses tipos de violência. Essa intervenção deve acontecer a fim da preservação e da detenção dessas atitudes fora da normalidade e da penalização para as pessoas que cometerem tal ato. Em vista desse panorama, os altos índices de violência irão diminuir e, como resultado, haverá uma melhora na relações sociais.