Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 25/10/2017

A violência contra a criança é uma ameaça tão grave e perturbadora que ao gerar um trauma, pode mudar o corpo dela e a sua fisiologia, e por isso devemos evitá-la.

Um jovem que possui um trauma de infância fica mais submisso a doenças do que outro que não sofre dessa adversidade.

Tipos de problemas que podem ser apresentados é TDAH, depressão, câncer nos pulmões, doenças crônicas, probabilidade de suicídio maior e afins.

De acordo com dados da Fundação das Nações Unidas para a Infância (Unicef), as estatísticas apontam um cenário desolador em relação à violência contra crianças e adolescentes. A cada dia, em média, 129 casos de violência psicológica e física, incluindo a sexual, e negligência são reportados ao Disque Denúncia 100. Isso quer dizer que, a cada hora, cinco casos de violência contra meninas e meninos são registrados no País. Esse quadro pode ser ainda mais grave se levado em consideração que muitos desses crimes nunca chegam a ser denunciados.

Muitos pais acabam abusando de seus filhos; seja sexualmente, psicologicamente e com agressões físicas, atitudes que podem ferir tanto as crianças ao ponto delas gerarem uma fobia da situação presenciada.

Violência infantil ocorre em todos os locais, seja dentro de casa ou até mesmo em outros ambientes; como escolas, na internet e etc.

Para evitar esses problemas os pais deveriam conversas mais com seus filhos sobre os que eles sentem e colocar os colocar em um tipo de terapia psicológica para que desde cedo, possa combater esse trauma.

Se isso não puder acontecer pelo problema em si ser por causa dos parentes, o jovem deveria procurar ajuda com algum conselheiro da escola ou até mesmo um amigo, que possa o encaminhá-lo à uma rede de combate contra a violência à criança ou até mesmo o encaminhar para uma clínica.