Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 29/10/2017
No mundo em que vivemos a violência faz parte do dia a dia de cada cidadão, sendo ela física, psicológica ou sexual. Porém, a violência infantil se sobressai acima das outras tanto pelo fato das crianças não terem a capacidade de se defenderem ou pelo fato dos agressores geralmente serem pessoas próximas ou familiares que acabam encobertando suas ações, não chegando ao conhecimento das autoridades.
A violência infantil assim como os outros tipos de violência estão baseadas em três tipos: Física, psicológica e sexual. Onde há ,em média, 129 casos de violência por dia, sem contar que muitos desses crimes nem chegam a ser denunciados.
A agressão física e psicológica estão bastante interligadas, pois quando a criança recebe como um castigo tapas, murros, chacoalhões, por motivos relativa mentes bestas como derrubar algo ou ter brigado com o irmão, o agressor acaba afetando a mente da criança onde acabam achando que não fazem nada certo, ou até se culpam por terem existido deixando sequelas profundas, como: Dificuldades para ir à escola, para dormir, falta de apetite, falta de concentração, acabam se isolando, se tornam agressivas cheias de ódio
As crianças, vítimas de violência perdem os seus direitos, antes mesmo de conhece-los. É preciso sim educar os filhos através de diálogos, exemplos e compreensão, mas nunca deve se usar métodos violentos para ensiná-los agir corretamente. Pois são pessoas que ainda não tem capacidade de se defender e como normalmente são familiares, os agressores, eles não tem a quem pedir ajuda. Contudo, a sociedade como um todo se presenciarem algum tipo de agressão tem que denunciar, pois a partir dessa denuncia é capaz de se fazer algo a respeito e conseguir os seus direitos de volta.