Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 30/12/2017
Desde os tempos da Revolução Industrial já havia a violência contra as crianças, através de seu trabalho forçado, e ainda hoje, mesmo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, agressões físicas, sexuais e emocionais ainda ocorrem.
Em uma pesquisa feita, a cada 5 horas ocorre uma agressão a criança, ou seja, em um dia são denunciados 129 casos, sendo 70% violência doméstica e os principais acusados são pais e mães (cerca de 53% do total). Isso vem de um pensamento histórico da família brasileira, de que a criança é “propriedade” da família e então são submetidas a diversas situações. Um claro exemplo, é o caso da menina de cinco anos, Isabela Nardoni, que foi agredida pelo seu próprio pai e jogada de um edifício.
Visto isso, é evidente que há a necessidade de um programa de serviços para a prevenção. O Estatuto da Criança e do Adolescente deve oferecer campanhas públicas sobre os Direitos da Criança, para conscientização da população, e promoções que incentivem a denúncias. O Conselho Tutelar deve fazer mais visitas aos lares, para garantir que as leis estão sendo aplicadas.
Como também, os postos de saúde devem disponibilizar acompanhamento psicológico gratuito, visando a redução dos traumas. Ademais, as escolas devem criar programas para debates sobre o assunto, em circunstâncias favoráveis. Desse modo, a integridade e os direitos infantis serão mais respeitados, garantindo o futuro de uma nação.