Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 26/09/2020
O governo de Juscelino Kubitschek foi marcado majoritariamente pela constituição do modal rodoviário e seu crescimento expressivo.Na atualidade,no entanto,a predominância desse modal é constantemente afetada pela violência que gera índices significativos de mortes por acidentes,de acordo com Dados Pessoais Causados por Veículos de Via Terrestre(DPVAT).Diante disso,é imperioso discutir o imediatismo e a desatenção como propulsores dessa problemática.
Em primeira análise,vale destacar a pressa do ser humano em relação à turbulência no trânsito.Nesse contexto,o filósofo Zighmunt Bauman confirma essa característica afirmando que a sociedade líquida do presente deseja tudo de imediato.Dessa forma,nas rodovias não seria dissonante,uma vez que a alta velocidade provocada por essa ambição atual gera vários acidentes entre carros e pedestres.
Ademais,a desconcentração no volante também é fator intrínseco à violência rodoviária.Isso acontece porque,segundo o sociólogo Buiyng Chun-Han,os indivíduos contemporâneos se encontram em extrema cobrança pela produtividade e estão,consequentemente,em contínua sobrecarga mental.Com isso,as pessoas tendem ao estado de desatenção,fator que desencadeia a imprudência e falta de cuidados como o olhar para a estrada e usar o cinto de segurança,os quais são preciosos para evitar danos acidentais.
Sob a visão desses aspectos,é necessário soluções para tais entraves que tanto afetam a harmonia no trânsito.Logo,o Departamento Nacional de Trânsito,responsável por garantir a segurança e manutenção da mobilidade urbana,com o objetivo de conscientizar por meio de dados e imagens que mobilizem e mudem os hábitos de correria e desatenção em prol da saúde coletiva e individual nesse meio.Espera-se,desse modo,o uso seguro das rodovias advindas de Juscelino.