Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 07/10/2020
Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, uma busca por melhorias referentes aos debates sobre a violência no transito. Diante disso, essa hostilidade está presente nos dias atuais à todo instante, e no Brasil uma das principais causas das mortes é muitas vezes no fluxo de veículos. Nesse contexto, existem diversos fatores que levam não só a discussão, mas também á prática da violência, destacando-se a falta de consciência e os prejuízos aos cofres públicos.
Em primeira instância, cabe analisar que a falta de consciência do indivíduo leva a vários caminhos, na qual não são agradáveis. Dessa forma, uma mistura que causa problemas é o álcool e o volante, pois muitas pessoas ficam embriagadas, não usam sinto de segurança, passam no sinal vermelho e provocam acidentes atingindo cidadãos inocentes, causando ferimentos que pode-lhes colocar a vida em risco. Segundo dados dos Danos Pessoais Causados por Veículos no Transito Automotores de via Terrestre (DPVAT), mostraram que nos últimos 15 anos a taxa de mortalidade aumentou 846%, enquanto a de carros, por exemplo, foi de 58%. No entanto, é notório analisar que a mortes envolvendo acidentes de veículos está muito elevado e cabe aos cidadãos ter responsabilidades ao dirigir, pois o cuidado deve ser para si e ao próximo.
Outrossim, vale ressaltar que por imprudência no transito a embriaguez no volante e o uso de drogas tem deixado famílias inteiras vitimadas. No entanto, de acordo com a Deputada Estadual Maria Mendonça autora da Lei para se tornar obrigatório o ressarcimento ao Estado de todos os gatos com o próprio tratamento ou da vítima, caso seja comprovada a embriaguez ou outros produtos toxicológicos será como forma de exigência disciplinar ao cidadão para não agir de forma irresponsável. Diante disso, a falta de compreensão do motorista gera danos aos cofres públicos, pois somente no Estado de São Pulo o SUS (Sistema Único de Saúde) gasta mais de 57 milhões de reais para tratar vítimas de acidentes, Segundo o Ministério da Saúde. Com isso, é válido analisar que existe muito investimento para o tratamento de pessoas que poderiam ser embolsadas para outros meios.
Portanto, deve ser feito inclusões policiais para a prevenção da circulação de pessoas altamente alcoolizadas, e isso será realizado por ordens do Estado na criação de políticas públicas, para reivindicar os agentes na realização de testes de bafômetro, enquadrando e tomando decisões ao imputado, para quê seja evitado acidente. Além disso, é necessário a realização de programas que disponibilizem informações dos gastos no sistema público, havendo a conscientização das pessoas sobre as importâncias das responsabilidades ao dirigir, e isso será feito pelos mesmos órgãos para quê ocorra a diminuição de acidentes, na qual os gastos serão investidos para outros pacientes.