Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 29/09/2020

A Revolução Industrial, iniciada no século XIX, ocasionou o “boom” na produção automobilística. Entretanto, adjacente à expansão repentina do número de veículos circulando, surgiu uma nova forma de violência: no trânsito. Ademais, para resolver o problema dos acidentes, criaram-se as normas de tráfego, na década de 60. Todavia, devido ao descumprimento dessas leis, consequentemente, há um aumento no índice de acidentes no Brasil.

Primeiramente, é válido citar que, de acordo com a OMS, Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o quinto país mais violento no mundo. Esse fato ocorre, principalmente, pelo alto índice da combinação entre bebidas alcóolicas e direção. Além disso, após o desenvolvimento dos aparelhos eletrônicos e aplicativos, utilizar as redes sociais tornou-se um vício e, também, um dos motivos de acidentes no trânsito. Perante a isso, conclui-se que, a violação das leis de tráfego fere a Declaração Mundial dos Direito Humanos, criada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, que defende o direito ao bem-estar social e a saúde do indivíduo.

Por consequência, diante ao grande número de acidentes por embriaguez, o Ministério do Trânsito criou a Lei Seca, em 2008. Porém, graças à falta de fiscalização, o índice de acidentes automobilísticos, devido ao uso do álcool, voltou a crescer ao decorrer dos anos. Segundo a Guarda Municipal de Itapetininga, São Paulo, noventa por cento dos acidentes são ocasionados por impudência dos motoristas ou pedestres.

Portanto, para que o número de violência no trânsito diminua, é necessário uma atitude das autoridades para o controle do seguimento das leis de tráfego. Urge que o DENATRAN, por meio de vídeos e propagandas institucionais, conscientize e mostre a população as consequências de usar o celular e de dirigir alcoolizado, com o intuito de diminuir a quantidade de acidentes automobilísticos. Ademais, a divulgação das propagandas dar-se-á nas redes sociais e na TV aberta. Destarte, haverá uma queda no índice de violência no trânsito.