Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 06/10/2020
Para Émile Durkheim, a anomia social é uma patologia da sociedade moderna, racionalista e individualista, ou seja, a ausência ou desintegração das normas sociais. Nesse sentido, o Brasil se insere na teoria durkheimiana, visto que, é crescente o número de mortalidade por violência no trânsito, devido a falta de consciência coletiva e controle social.
A priori, é imperativo pontuar que a violência tem feito parte da humanidade desde os primórdios e, embora tenhamos avançado cientifica e tecnologicamente, ainda falta muito para uma renúncia definitiva a qualquer ato violento, uma vez que, o ser humano é individualista. Desse modo, a superlotação nas vias e estradas de acesso, o uso de celular ao volante, condutores alcoolizados e a falta de atenção aos motoristas e pedestres, traz transtornos e ocasionam a morte de milhares de brasileiros.
Outrossim, de acordo com Durkheim, o controle social formal corresponde as leis e regras institucionalizadas, já o controle informal corresponde as normas de conduta social, reconhecidas e compartilhadas em uma sociedade. Desta forma, a falta dessas dominações acarreta em uma comunidade doente. Sob mesmo ponto de vista, a população está em conformidade com a anomia ao desrespeitar as regras de condutas e as normas, usando a violência para solucionar os problemas no trânsito.
Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que haja uma diminuição da violência no trânsito. Para que isso ocorra, é preciso que o governo federal, juntamente com os meios de comunicação, elabore campanhas para conscientizar a população, com o objetivo de erradicar os atos violentos. Ademais, o DENATRAN, por meio da continuidade da fiscalização, controlar a superlotação dos veículos e fazer cumprir a legislação de trânsito, pra que exista uma sociedade coletiva e saudável.