Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 06/10/2020

Nos primórdios da humanidade, a violência já era uma prática constante na vida dos seres humanos, pois era necessária para a sua sobrevivência. Com a evolução da tecnologia e ciência, foi-se capaz de criar novos objetos e artefatos que têm como objetivo a dor e sofrimento do próprio homem. Nesse contexto, não há dúvidas de que a violência no trânsito existe no Brasil, não somente à falta de ética, bem como à não compreensão de sua história.

A ética no trânsito é um fator determinante para que o índice de violências e mortes seja reduzido, contudo, na prática, ocorre o oposto e o resultado disso é claramente refletido no número de vítimas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2018, cerca 1,35 milhões de pessoas morreram no trânsito no Brasil, em que um dos fatores que levam à este número é a embriaguez no volante. Este levantamento é uma evidência de que a falta de ética está relacionado com esta prática.

Faz-se mister, ainda, salientar que a falta de conhecimento de sua própria história é também impulsionadora da violência no trânsito. De acordo com George Santayana, filósofo espanhol, aqueles que não conseguem se lembrar do passado estão condenados a repeti-lo. Nesse viés, é notório que a violência no trânsito também existe porque a sociedade não compreende sua própria história, sendo uma realidade prejudicial à sociedade.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para a resolução desse problema. Assim, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública criar debates públicos a respeito da ética no trânsito e sobre a história da violência por meios de comunicação remotas, com a finalidade de conscientizar as pessoas a respeito das leis e normas que regem o trânsito brasileiro. A partir dessa solução, espera-se promover a redução no número de vítimas.