Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 11/10/2020

Após a Revolução Industrial (século XVIII), houve um crescente aumento da migração do campo para a cidade, conhecido como Êxodo Rural. E esse crescimento exagerado da população urbana trouxe diversos problemas, como o trânsito nas cidades, trazendo outros efeitos negativos, como a violência no trânsito no Brasil. Sendo assim, pode-se afirmar que a negligência governamental e o individualismo corroboram para essa problemática.

Sob esse viés, é lícito postular que a omissão governamental atua como agravante desse revés. Segundo Thomas Hobbes, filósofo inglês, é dever do estado proporcionar o bem-estar social. Porém, ao observar a pequena quantidade de políticas públicas para o trânsito no Brasil e as leis que punem os infratores, percebe-se que o Estado é falho nesse  quesito. O Brasil ocupa o 5° lugar no ranking dos pais mais violentos no trânsito, e a cada ano que passa, a tendência é só aumentar.

Outrossim, é imperativo pontuar o individualismo como impulsionador da problemática supracitada. Segundo Zygmunt Bauman, a relação entre os indivíduos é rudimentar, e é resumida ao individualismo. Assim sendo, problemas de congestionamentos, familiares, do dia-a-dia, e o atraso, faz com que o indivíduo fique mais estressado, facilitando a violência do trânsito.

Verifica-se, então, a necessidade de medidas para atenuar essa problemática. Sendo assim, o Estado (maior estância do Brasil e responsável por garantir os direitos do povo) deve investir mais em políticas públicas, através  da reformulação das leis, aplicando penas mais severas aos infratores e campanhas conscientizadoras , a fim de diminuir consideravelmente o número de brigas no trânsito nas ruas brasileiras. Com isso, as ideias de Hobbes serão efetivadas.