Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 11/10/2020
A revolução industrial iniciada no século XlX ocasionou um “boom” na produção automobilística. Entretanto, acoplado à expansão repentina do número de veículos circulando nas cidades, surgiu uma nova forma de violência: no trânsito.
Atualmente, no Brasil, são registrados diversos casos de violência no trânsito, tendo como consequências as altas taxas de assassinatos provocados por brigas de trânsito e um grande déficit econômico para o país. Os maiores fatos da violência no transito brasileiro são batidas de carros, mas também a falta atenção ao dirigir, sono, bebida alcoólica e usar do celular. Esse cenário de violência afeta a economia, como hospitais e pronto socorros. Nesse caso fica difícil manter a economia no Brasil, a cada caso de acidentes que acontece por dia, consome na média de 220 bilhões, é consumido por esses locais citados a cima, que pode ser muito bem usado com 6,8 milhões construções de Hospitais ou manter 73 milhões de estudantes do ensino médio e ensino fundamental por ano.
No Brasil, mais de 3,5 mil pessoas morrem por mês no trânsito. Mas é só chegar dezembro que esse número sobe para quase 3,9 mil. E a situação piora perto dos últimos dias do ano. É quando a média de mortes salta 12% – vai de 116 para 130 por dia. É muita gente nas estradas, nas ruas, dirigindo um carro, uma moto, ônibus, caminhão ou a pé. Parece que, nessa época, tudo fica mais importante do que as regras de trânsito.
Diante disso, está mais que claro que a violência no trânsito é uma problemática que precisa ser combatida por todo o território nacional. Para isso, o Estado na figura do Departamento Nacional de Trânsito deve, juntamente com as autoridades estaduais e municipais criarem projetos e planos diretores com o objetivo de aumentar a fluidez nos pontos que apresentam maior índice de congestionamento, além de reduzir a velocidade máxima permitida em pontos com muitos registros de acidentes. É interessante ainda, a instalação de radares para a identificação e punição dos que infringem essas regras.