Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 12/10/2020
Sendo uma das que mais mata no trânsito sociedade brasileira tem diversos fatores que a auxiliam a manter as ruas violentas. Seja na incapacidade educacional que os cursos formadores de condutores tem com aulas superficiais até o baixo preço que se paga por ações inadequadas tomadas por motoristas, há no Brasil um ambiente propício para apoiar qualquer ato violento na condução. Isto mostra uma necessidade maior de debate com a comunidade para a alteração de medidas tomadas por vários agentes de trânsito.
Apesar dos esforços das auto-escolas no ensino da direção defensiva, estas medidas não são o suficiente para mudar o cenário de mortes no trânsito. É previsto em lei que os condutores em formação aprendam a dirigir de forma pacífica tanto para o seu bem como o da comunidade ao seu redor já que as avenidas se tornariam mais seguras, entretanto a forma como isto é feito, com aulas superficiais a respeito de segurança no trânsito, que muitas vezes são assistidas apenas com o objetivo de cumprir uma carga horária específica para prosseguir com o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Tal fato cria, além de uma inutilidade, uma completa lacuna no conhecimento que, no momento em que o motorista realmente precisar daquele saber, cominará em uma situação completamente oposto e desagradável podendo custa a saúde física e mental de várias pessoas.
Além disso, o valor que se paga no Brasil pelo preço de uma vida é muito baixo em diversas formas de violência e para as ocorridas no trânsito é a mesma coisa. A população não tem um incentivo econômico para o cumprimento de leis. dessa forma fica mais chamativa ou mais cômoda a desobediência, o que gera, diretamente, mortes por acidentes dos mais variados tipos, afinal é comum, depois de feriados, enxergar os desastrosos números de acidentes de trânsito com vítimas, que também é uma forma de violência, até as diversas brigas que custam o estado físico de vários cidadãos. Isso mostra a falta de preocupação que a população habilitada tem com as punições econômicas, uma vez que os valores não são tão significativos para grande parte dessa população.
Logo, ações que reduzam ou pelo menos chamem atenção para os diversos descasos ocorridos no trânsito precisam ser tomadas. Cabe ao COTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) auxiliar seus órgãos membros à elaborarem uma base curricular aos condutores em formação que tenha um ensinamento de direção defensiva mais marcante e completo afim de que aquilo fique marcado na consciência de todos os motoristas e gere reflexão antes de cada ação passiva ou agressiva tomada nas ruas brasileiras, assim a violência será diminuída de forma exponencial nas ruas.