Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 19/10/2020

A necessidade contemporânea de locomover-se até um determinado local é muito alta. O trânsito é uma maneira bastante eficaz de se executar esta ação, no entanto, ele traz muitos riscos consigo, tais como as discussões e brigas durante o percurso. É notável que algo precisa ser feito para que os atritos entre motoristas sejam inibidos e a fluidez seja priorizada.

Em primeiro plano, para o sociólogo francês Emile Durkheim, o indivíduo só poderá agir a partir da medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e condições de que depende. Nesse contexto, os próprios motoristas devem ser instruídos a evitar atritos com os demais, melhorando assim o trânsito como um todo.

Em segundo plano, mas não menos importante, de acordo com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os estados que possuem a maior taxa de violência, também possuem a maior taxa de mortalidade no trânsito. Isso, sem dúvidas, é um reflexo de que os indivíduos não possuem autocontrole dos seus atos e agem por impulso, ocasionando assim, problemas a terceiros e a eles próprios.

Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. O Detran (Departamento de Trânsito) deve criar um órgão responsável por requerer, anualmente, a presença dos indivíduos condutores causadores de problemas para uma avaliação psicológica e psicotécnica, esta avaliará se ele está ou não, hábito a continuar dirigindo. Outro fator que inibirá muito a discussão no trânsito é o reforçamento do policiamento nas regiões de trânsito intenso. Por meio dessa ação, as discussão serão, se não extintas, diminuídas drasticamente no país. Assim, espera-se que a violência no trânsito seja freada no Brasil.