Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 22/10/2020

Com o governo de Juscelino Kubitschek houve uma ampliação na quantidade de automóveis no Brasil, através da instalação de multinacionais automobilísticas no país. No entanto, na contemporanei-dade, há uma superlotação de veículos e, infelizmente, há também muitos motoristas imprudentes, que causam acidentes e destroem famílias. Assim, cabe a análise das possíveis causas e consequências dessa problemática.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que os motoristas devem ter uma visão moral, pois se eles têm alguma atitude perigosa no trânsito, isso pode custar a vida de alguém. Além disso, tem-se como principais causas da violência no trânsito, no Brasil, as falhas de sinalização e a precarização das estradas. Nas principais vias do país faltam faixas de pedestres ou até mesmo viadutos para que as pessoas possam atravessar em segurança, como acontece na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro e, com isso, aumenta o risco e o perigo de acidentes no trânsito.

Em segunda análise, cabe destacar que nas estradas, por exemplo, o uso de radares é pouco eficiente, pois sempre há uma sinalização que ali se encontra um desses dispositivos. Algum motorista imprudente pode apenas reduzir a velocidade naquele trecho e mais à frente andar em altas velocidades. Ademais, essas atitudes trazem consequências irreparáveis, como a morte de alguém, além de congestionar o trânsito. De acordo com a OMS ( Organização Mundial de Saúde), o Brasil é o 5° país mais violento no trânsito, o que mostra, dessa forma, que há a necessidade de reformar os códigos de trânsito já existentes.

Tendo em vista essas questões, é necessário, portanto, que o Poder Público promova uma reforma nas leis de trânsito e na sinalização das vias, por meio da retirada das placas que sinalizam os radares (já que, como já dito, elas servem apenas para que os motoristas diminuam a velocidade naquele trecho) e pela construção de pontes e viadutos para passagem de pedestres. Desse modo, os motoristas terão a obrigação de andar na velocidade permitida, o que diminuirá o número de desastres.