Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 07/01/2021

No Brasil, para estar apto a conduzir veículos é obrigatório, além de ser legalmente responsável por seus atos, a participação das aulas de educação no trânsito. Durante esse curso, com a duração média de 1 ano, os futuros motoristas são avaliados fisicamente e psicologicamente, visando a preparação para o trânsito seguro. No entanto, o Brasil apresenta altos índices de violência nas estradas, sendo assim, um grave problema de saúde pública.

Em primeiro instante, convém mencionar que o maior fator problema deve-se a imprudência dos condutores, principalmente quando ignoram o método da direção defensiva. Consequentemente, excedem o limite de velocidade permitido, usam o aparelho celular enquanto dirigem e se ausentam da sinalização. Além disso, outros acidentes também são causados pelo consumo de bebidos alcoólicas. Tais atos irresponsáveis impossibilitam a concentração do motorista, podendo causar acidentes com outros veículos.

Outro fator interessante a ser considerado, é a documentação e burocracia necessária para tirar a habilitação, pois, para muitos brasileiros que sobrevivem com um salário mínimo, as taxas tornam-se inacessíveis. Dessa forma, essa parcela recorre à ilegalidade, e dirigem com base em conhecimentos básicos. Decerto, sem as instruções de um instrutor, muitas competencias não são atingidas, como a identificação de placas, compreendimento de sinais e preferencias.

Nesse sentido, medidas devem ser tomadas para que os índices de violência no trânsito sejam minimizados. Logo, faz-se necessário que a educação no tráfego seja iniciada ainda nas escolas, para que os estudantes, como pedestres e futuros condutores, possam se acostumar com as leis, regras e a segurança. Também nesse sentido, com a introdução de direção defensiva no ciclo básico escolar, espera-se que os valores para a documentação torne-se acessível à comunidade. Outrossim, cabe ao DETRAN que as rodivas e estradas sejam equipadas  com placas educativas, lembrando os motoristas e pilotos das regras básicas de trânsito, como sinalização e velocidade aqueada. De certo, essas medidas são capazes de reverter esse problemático quadro.