Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 26/10/2020

É de conhecimento geral que, a educação tangencia atos violentos. Não obstante, o Brasil é o 5º país mais violento no transito - segundo dados da OMS. Essa conjuntura configura-se como um preocupante entrave para sociedade e governo na atualidade. Nessa lógica, alguns aspectos são decisivos para exacerbar a crise social, entre eles é possível identificar a falta de responsabilidade dos motoristas e a carência da educação de trânsito. Destarte, é fundamental analisar as razões que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.

É importante pontuar, de início, a irresponsabilidade dos motoristas e a falta de consciência que tais praticam em trânsito brasileiro, em razão da não preservação da própria segurança, e também, da segurança de outros motoristas, passageiros e pedestres. Contudo, dados da Organização Mundial da Saúde apontam que, nos últimos 15 anos a taxa de mortalidade no trânsito aumentou em 846%. Conquanto, é possível identificar a ausência de medidas governamentais, em especial - órgãos como o DETRAN deveriam atuar de forma ativa em meio a este problema.

Em segundo lugar, vale salientar a frase dita pelo pensador Kant - “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Em vista disso, é notória a falta da educação em questão ao trânsito no Brasil- por esse motivo, é discrepante a taxa de violência e, consequentemente, de mortalidade no cenário hodierno. É com isso, que os adjetivos usados para desqualificar o país , não só pela sociedade brasileira, mas também, por outros países, são derivados da violência.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar tal problemática. Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deve atuar a favor desta situação problema, por meio da criação de leis severas e contundentes, em que punam motoristas que não estejam dentre os requisitos propostos pelo Departamento de Trânsito (DETRAN), com multas em valores significativos e com horas de trabalhos voluntários na fiscalização do trânsito brasileiro. Além disso, o Ministério da Educação junto ao Ministério de Segurança Pública, deve promover palestras adaptadas à faixa etária, em que conscientizem e estimulem responsabilidade no trânsito a partir do ensino básico, a fim da diminuição da taxa de mortalidade de motoristas, passageiros e pedestres em território nacional.