Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 31/10/2020

Na Obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retrata uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência  de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a violência no trânsito apresenta barreiras, as quais dificultam a concentração dos planos de More.

Primeiramente, nota-se que a falta de políticas públicas é causa expressa da questão. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é a serva do povo e não o contrário. Em tal afirmação, nota-se uma inconformidade sobre a violência no Brasil e a atuação do Estado Brasileiro, no sentindo de que, ao contrário do que Lincoln explanou, a politica atual não serve o povo com ações, planos e metas públicas que atuem na questão abordada, fazendo com que sua resolução seja quase utópica.

Ademais, a falta de consciência social tem papel coadjuvante em relação ao imbróglio. Nessa lógica, o filósofo Karl Marx teceu diversas críticas em suas obras sobre a atuação governamental em relação à educação cidadã nas sociedades. Em se tratando da violência no trânsito no país, é possível perceber que as criticas de Marx se fundamenta, pois o Estado brasileiro não promove a conscientização social em nenhuma de suas instâncias, como escola ou os meios de comunicação, ferindo assim, a cidadania as garantias constitucionais.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar a problemática. Sendo assim, o Ministério da Educação, por meio das escolas e universidades, deve criar um projeto sócio - educativo, com oficinas, palestras e debates para promover a conscientização social sobre a violência no trânsito. Tais eventos devem ter alcance nacional, inclusive pela internet, com transmissões ao vivo, por exemplo, para que se apresentem as principais questões da violência no trânsito. Espera-se, dessa forma que o problema seja minimizado.