Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 07/11/2020

Conforme a legislação de transito, todo condutor tem a obrigação de conhecer as leis de transito e o dever social de cumpri-las. Infelizmente, essa ordem não é cumprida por inúmeros motoristas, ocasionando em grandes acidentes. Dessa forma, em razão da imprudência nas leis e da falta de debate governamental, emerge um problema que precisa ser revertido.

Deve-se destacar, de início, a negligência as leis como um dos complicadores do problema. Nessa perspectiva, a máxima do filosofo Nicolau Maquiavel, afirma que " mesmo as leis bem ordenadas são impotentes diante dos costumes". Contudo, nota-se que a sociedade tem dificuldade de cumprir as ordens, o que acomete também nas regras de circulação de automóveis. Esse fato se evidencia, por exemplo, quando é mostrado nos telejornais acidentes por estar na contra mão, embriagado e até mesmo ultrapassou o sinal vermelho. Logo, por não acatar  o regulamento os acidentes no transito se tornam frequentes.

Além disso, é preciso salientar que o silenciamento é uma causa latente no problema. Segundo Foucault, na sociedade contemporânea muitos temas são silenciados para que estruturas de poder sejam mantidas. Diante disso, verifica-se uma lacuna em torno dos debates sobre a violência no transito, uma vez que as autoridades não tem cumprindo seu papel no sentido de prevenir o problema, visto que não tem fiscalizado com mais rigor a movimentação. Consequentemente, a falha no cumprimento das leis pela sociedade.

Portanto, ações são necessárias para resolver o impasse. O DENATRAN  deve reverter as infrações no transito, por meio de um projeto de lei a ser entregue á câmara dos deputados. Nela, constaria a obrigatoriedade de fiscais de rota em escala horaria de 12x36 em ruas com fáceis manobras de contra mão, e também mais radares instalados em todas as avenidas. Espera-se, com essa medida, o deslanche da violência no transito.