Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 08/11/2020

O Governo de Juscelino Kubitschek foi caracterizado pelo grande investimento na indústria automobilística e, consequentemente, um crescimento na circulação de veículos na sociedade. Desse modo, acoplado a esse acontecimento ocorreu o favorecimento da violência no trânsito, fator fortemente fomentado pela negligência dos cidadãos as leis desse ambiente. Destarte, a educação social sobre as regras do tráfego de automóveis colabora para mitigar essa problemática.

Em primeiro lugar, no Brasil,  a cada 12 minutos uma pessoa morre vítima da violência de trânsito, segundo a pesquisa do observatório Nacional de Segurança Viária. Nesse contexto, é indiscutível que a imprudência de motoristas e pedestres as leis, como não dirigir embriagado ou atravessar o sinal vermelho do semáforo, contribui para a ocorrência de acidentes. Em suma, é irrefutável a relevância do dialogo com a sociedade sobre a responsabilidade de promover um tráfego seguro para si e para o próximo.

Em segundo lugar, de acordo com Paulo Freire, sociólogo brasileiro, o pensamento crítico ajuda o sujeito a entender a realidade na qual está inserido e, se necessário, buscar mudá-la. Sob essa ótica, a ferramenta educacional é pertinente para ensinar e conscientizar sobre as regras do trânsito e sua importância para segurança da sociedade. Em síntese, esse conhecimento crítico ajudará a romper com a ignorância e influenciará na transformação de ações incoerentes, como ultrapassar a velocidade permitida, por exemplo.

Inferem-se, portanto, problemáticas em relação a violência no ambiente do tráfego de veículos. Por isso, o Ministério da Educação, em parceria com o Departamento Nacional de Trânsito, por meio de verbas governamentais, deve organizar encontros com alunos e comunidade no ambiente escolar, com o objetivo de promover debates sobre as leis de trânsito e sua importância social, a fim de conscientizar a sociedade sobre seus deveres e responsabilidades como pedestres e motoristas.