Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 08/11/2020

O livro “Como eu era antes de você”, Jojo Moyes, relata a história de um rapaz que fica paralítico após ser vítima de um acidente de trânsito. Infelizmente, a violência no trânsito não é apenas um debate relevante nos livros, mas também no cenário brasileiro. Pois, ela é considerada uma questão de segurança pública. Diante disso, cabe-se avaliar suas causas e efeitos.

Em primeiro lugar, ressalta-se como um fator determinante o modo de vida ditado pelo capitalismo. Essa maneira de viver é caracterizada pela necessidade de sempre estar em movimento. A consequência é a corrida no trânsito, a fim de poupar tempo; já que, segundo o capitalismo, ele é dinheiro. Dessa forma, o individuo o qual conduz o veiculo é colocado em prioridade. Esse individualismo reflete-se na falta de consciência, de responsabilidade e, por conseguinte, colabora para o aumento de morte no trânsito.

Além disso, segundo o artigo 5° da Constituição Federal, a segurança pública é dever e direito de todo cidadão. Ou seja, ser irresponsável no trânsito não promove segurança. O condutor ou o pedestre é responsável pela sua vida e pela vida daqueles com quem partilha o trânsito. De acordo com o site “Maio Amarelo”, desde 1998, mesmo com o código de trânsito o número de acidentes aumentou principalmente entre as motocicletas, seguido dos carros e dos pedestres. Logo, a primícia básica do artigo 5° não é respeitada.

Portanto, é necessária uma intervenção acerca do problema de violência no trânsito. Então, o Governo Municipal, o qual comanda o trânsito dos centros urbanos, deve aumentar o valor das multas para aqueles que pensam no trânsito de forma individual. Isso precisa ser feito por meio de fiscalização efetuada pela Guarda Municipal nas avenidas mais movimentadas da cidade. Com isso, o trânsito será pensado de forma coletiva.