Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 12/11/2020
O trânsito precisa de educação?
De acordo com o inspetor Diego Brandão, da Polícia Rodoviária Federal
todos os anos mais de 1,2 milhão de pessoas perdem a vida devido ao trânsito e 40 milhões de pessoas ficam feridas. Em 2011, a Organização Mundial da Saúde iniciou a década para um trânsito seguro, o prazo para que os governos adotem medidas é até 2020. No ano passado, a Polícia Rodoviária Federal registrou quase 90 mil acidentes graves em estradas federais, que provocaram a morte de 6.244 pessoas.
Os acidentes no trânsito são a terceira maior causa de morte no mundo, perdendo apenas para doenças cardíacas e câncer. A violência no trânsito depende de muitos fatores: a precariedade das estradas, a infraestrutura deficiente, a falta de ciclovias e as falhas na sinalização, excesso de velocidade, ultrapassagens em locais indevidos, Ingestão bebida alcoólica e o uso indevido do celular
“Os mortos não estão apenas nos carros são também motociclistas, pedestres e ciclistas”. É o caso de Raul Aragão, de 23 anos, morto em outubro de 2017, em Brasília. O depoimento é da mãe do ciclista, Renata Aragão. Recentemente aconteceu a morte de uma cicloativista há pelo menos oito anos, Marina era cientista social pela USP (Universidade de São Paulo), ativista feminista e pesquisadora de mobilidade urbana.
Portanto, para diminuir a violência no trânsito é preciso que o governo tome medidas rigorosas, para os infratores, e que a população tenha mais informação referente as leis de trânsito, atravessar na faixa, respeitar os limites de velocidade, ciclistas somente na ciclovia e outros diversos fatores, para que assim possa diminuir os acidentes.