Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 13/11/2020

No cenário da Revolução técnico- científica, os meios de transporte encurtaram distâncias e proporcionaram avanços para a humanidade; através do trânsito o eixo econômico fortificara-se. Verifica-se, que no âmbito da violência no trânsito do Brasil, ainda existe um debate, a saber: a segurança da vida no trânsito. Posteriormente, corroborando para uma crise caótica urbana, deveras emergente.

Em primeiro plano, deve-se salientar que a Organização Mundial da Saúde (OMS), declarou que o Brasil é o quinto país mais violento do mundo. Uma vez que, é um país em desenvolvimento, este dado incita um retrocesso; no que tange a conduta do povo brasileiro. No entanto, sabe-se que a dualidade do ser - bem e mal- é inerente a natureza humana. Pois, assim como Emil sinclair, personagem do livro “Demian”, de Hermann Hess, o homem tenta buscar um equilíbrio entre os dois mundos confrontantes. Haja vista, portanto, existe uma falha neste equilíbrio refletido na violência do trânsito.

Ademais, com efeito uma sociedade com raízes fortes na violência perpetuará violenta. Onde, a falta de empatia e mortes evitáveis farão parte do cotidiano e serão normalizadas pela via da repetição de fatos. Contudo, é perceptível que a longo prazo a felicidade estará distante de todos, porque segundo o príncipio da filosofia utilitária, só é possível atingir a maior felicidade possível para o máximo de pessoas satisfeitas; sobretudo pessoas vivas. Logo, com o aumento da violência e mortes torna-se inviável a conquista da felicidade e harmonia.

Portando, ações são  necessárias para a mudança dessa situação. Desse modo, devido a violência no trânsito ter aspectos presentes na falta de instrução, o Ministério da Educação deve por meio de cursos fornecer ao ensino primário a apredizagem sobre leis e bom comportamento no trânsito; com a finalidade de obter a diminuição da violência no futuro. E, mais ainda, no presente o Ministério da Economia pode aumentar o valor das multas, a fim de reforçar a obrigatoriedade as leis. Logo, vidas à salvo.