Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 19/11/2020
Frequentemente a violência no trânsito é polemizada quando se fala em questões políticas sociais no Brasil. A má legislação e fiscalização governamental, acabam insistindo em um país no qual acidentes ocorrem constantemente e muitas vidas são custadas nessa imprudência, o que leva o Estado Maior a chegar em diretrizes políticas que resolvam esse problema por meio dos três poderes (Legislativos, Judiciário e Executivo).
De acordo com uma pesquisa do Instituto Avante Brasil, o país está em quarto lugar no ranking de países com maior quantidade de mortes ocasionadas por acidentes de trânsito. A pesquisa aponta que as duas principais causas dos acidentes são dirigir alcoolizado e excesso de velocidade, logo atrás dessas duas o uso de celulares ganha destaque, sendo considerado um grande agente causador de acidentes automobilísticos.
Conforme a tecnologia e inovação da contemporaneidade vem aprimorando cada vez mais, isso dificulta o motorista ficar no trânsito muito tempo sem conferir o celular ou se permitir distrair durante seu trajeto, fato que é perigoso e pode causar acidentes sérios como já causa diariamente no Brasil.
Segundo pensador e filósofo chinês Confúcio, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”, nesse sentido o brasileiro é imprudente ao dirigir sob influência de álcool, drogas, utilizar aparelhos eletrônicos e exagerar na velocidade, assim como o Governo Federal peca na fiscalização do tráfico automobilístico que aumentam cada vez mais os números em pesquisas sobre mortes e acidentes no trânsito.
Em suma o Governo Federal em conjunto com DETRAN (departamentos estaduais de trânsito) que são órgãos do poder Executivo que fiscalizam o trânsito de veículos terrestres, podem investir em melhores rodovias e estradas, criar novas diretrizes políticas rígidas juntamente com o poder legislativo, além de aumentar as fiscalizações rodoviárias, por meio da implantação de radares e maior policiamento. Posteriormente essas medidas vão melhorar a saúde fiscal do trânsito no Brasil, além de diminuir os acidentes e mortes que atualmente só aumentam no país e, consequentemente o país terá motoristas prudentes que preservam o bem-estar da vida do brasileiro.