Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 16/11/2020

A arte de dirigir com consciência

Com o passar do tempo, a capacidade das pessoas de se transportarem para diversos lugares cresceu em números exorbitantes. Com os avanços tecnológicos vindos da revolução industrial toda essa locomoção ficou mais fácil e consequentemente mais rápida. Surge diante disso problemas que estimulam a cultura da imprudência, pressa, desrespeito e individualidade, e, portanto, a necessidade imediata de mudança para que a convivência no transito seja agradável e respeitosa.                Dados mostram que cerca de 1,2 milhões de pessoas morrem todo ano em razão à violência no transito, e a maioria decorrente da infração de leis. Dessas estatísticas, mais da metade dos cidadãos foram vítimas da violência devido ao alcoolismo de motoristas, que não tem consciência para dirigir e muito menos agir com coerência e ética diante de outros, e acabam criando brigas e diversas confusões nesses locais. Em 2008 a “Lei seca” havia sido criada na intenção de proibir a condução de um veículo por pessoas com uma concentração alta de álcool no sangue, os números diminuíram porem não extinguiram, e o problema ainda persiste.

Com base na problemática, é notável que a violência verbal é muito comum e acarreta diversos problemas para ambos os motoristas. A educação tem ligação direta com isso, uma vez que as pessoas se sentem na liberdade de ofender a outra apenas por não a conhecer, sendo assim desrespeitoso e moralmente errado. Infelizmente pouco se faz para punir um infrator, o que fomenta ainda mais a violência e fragiliza a sociedade.

A necessidade, portanto, é que o Estado junto ao ministério da educação promova programas educativos, de modo que atinjam todas as classes etárias e sociais para que aja uma maior conscientização sobre as leis de transito. As comunidades e os locais mais afastados não podem ficar de fora. Com atitudes assim o Brasil poderá evoluir e se tornar referência mundial no combate a violência no transito.