Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 17/11/2020
A violência no transito é maior desgraça do Brasil há anos - desde que por aqui chegou o automóvel.
O poder publico não toma providencias e as mortes vão se somando.
Eu mesmo perdi duas tias e muitos amigos.
Não se percebe um planejamento que favoreça o pedestre. As sinalizações são precárias e as calçadas estão sendo construídas cada vez mais estreitas para dar prioridade ao maior fluxo de automóveis.
Um outro ponte negativo é a boçalidade do condutor do veículo. Se for um condutor de veículo grande, como um ônibus ou um caminhão, o seu comportamento é de desafiar covardemente todos os veículos menores, considerando-se invulnerável. No caso das motocicletas, é pior ainda, pois temos uma legião de lunáticos, beirando a fronteira da esquizofrenia, creditando possuírem a poção magica do Asterix ou as asas do cavalo Pégasus. Para completar a Casa de Orates, temos o pedestre - como ou sem o celular pendurado na orelha - um verdadeiro suicida em potencial, que ignora faixa de travessia ou qualquer tipo de sinalização, sendo o ingrediente principal das grandes tragédias.
Além disso há as estradas (estaduais, municipais e federais), verdadeiros campos de extermínio, de dar inveja aos projetados por Heydrich e Himmler, há um tempinho atrás na Alemanha.
O maior de todos os divulgadores da Ciência, o astrônomo, biólogo e pensador Carl Sagan, disse certa vez que a Idade Média na realidade nunca termina. Ela esta residualmente infiltrada no pensamento humano. Está sempre se manifestando nas superstições, nas crendices, nas recalcitrantes cegueiras do senso comum, no “comportamento de manada”, na recusa em lançar um olhar mais distante. A mente da maioria dos seres humanos é superficial, como mostram as pesquisas nos navegadores da internet : “É um grande oceano em que se atravessa com aguas pelo s joelhos (Carl Sagan).
Proposta de intervenção: leitura de filosofo Mikhail Aleksandrovitch Bakunin.