Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 01/04/2021

Segundo a primeira lei de Newton, conhecida como “Princípio da Inércia", a tendência de um corpo é permanecer em equilíbrio quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física, é perceptível a mesma condição no que concerne a violência no trânsito, a qual segue sem uma “força” capaz de mitigá-la. Nesse sentido, fatores como a falta de empatia e consciência potencializam essa problemática. Dessa forma, cabe analisar as causas e consequências da carência de solidariedade nas ruas.

Segundo a plataforma G1, a violência no trânsito é a terceira maior causa de morte do mundo. Nesse viés, usar o celular enquanto dirige e dirigir alcoolizado são as causas mais comuns de acidentes que podem levar à brigas ou mortes no trânsito. Além disso, dirigir colado com o fundo do carro a frente é outro fator que pode levar a brigas, se o carro da frente frear, e o de trás bater, mesmo que não cause nenhum dano grande aos veículos e aos motoristas, pode levar a uma briga, pois as pessoas estão cada vez menos pacientes e procurando mais confusão. Posto isso, as ruas estão cada dia mais violentas e as pessoas precisam tomar mais cuidado e ser mais empáticas enquanto dirigem para evitar confusões e brigas que podem causar prejuízos aos envolvidos.

Nessa perspectiva, as ações de violência estão diretamente atreladas às faltas de atitudes empáticas. Sob esse prisma, parafraseando o cantor Lulu Santos, nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. A partir desse pensamento, percebe-se que o mundo está em constante mudança, muitas vezes impedidas pelo egoísmo das pessoas. Desse modo, a falta de atitudes humanas e empáticas nas ruas, trazem a violência levando a uma sociedade mais agressiva e competitiva.

Depreende-se, portanto, que a falta de empatia e tolerância aumentaram os casos de violência no trânsito. Dessa forma, faz-se imperioso que o Ministério Público promova propagandas principalmente nas redes sociais e outdoors sobre os cuidados que se deve ter ao dirigir. Com intuito de evitar esse tipo de problema, a fim de tornar uma sociedade mais passiva e paciente.