Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 27/11/2020

Com a 2ª Revolução Industrial, o fordismo entrou em vigor e, além da criação de um novo modelo de produção, também se possibilitou uma maior abertura de mercado automobilístico a sociedade. Após esse período, com o avanço da tecnologia, a possibilidade de se comprar um veículo se tornou mais simples, contudo, juntamente com essa oportunidade, a violência no trânsito aumentou.  Por conta de exposições diárias a níveis de estresse e a pressa em fazer tudo de forma mais rápida para não “perder tempo”, os brasileiros se tornam mais suscetíveis a acidentes no trânsito.

Em primeira análise, segundo a revista Cobertura, os casos de maior violência pública são os locais de maior violência no trânsito. Além disso, de acordo com um gráfico do Movimento Maio Amarelo, os maiores casos são em motocicletas e automóveis. Ao correlacionar dados, pode-se notar que os locais com maiores taxas de acidentes são os de maiores casos de agressividades e isso se resulta em um maior descuidado do indivíduo na atenção sobre a maneira de atuação no trânsito.

Outrossim, com a Indústria 4.0, é possível um maior acesso a diversas informações que acabam por gerar um maior impacto da vida humana, principalmente em estímulos de estresse. De acordo com uma reportagem feita pelo G1, esse ciclo de estresse e trânsito se tornam um ciclo vicioso. Consequentemente, quanto maior a exposição, maiores as chances de praticar uma atitude irresponsável e ocasionar um acidente.

Portanto, a exposição a diversos tipos de sentimentos, principalmente ao estresse, e a pressa ocasionada pelo avanço tecnológico se tornam fatores de aumento de violência no trânsito. Por conta disso, o governo deve estimular meios de locomoção que causem menores impactos, como exemplo bicicletas, por meio de construções de elaboradas ciclovias, e também de ônibus, melhorando a qualidade deste e estimulando um preço acessível a todos, para que haja uma menor utilização dos meios que causam um grande número de acidentes.