Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 26/11/2020

No Brasil, o alto índice de acidentes chega anualmente a 33,5 milhões de mortes e 28 mil vítimas segundo o cálculo realizado pela Escola Nacional de Seguros. Dados perturbantes nos quais abrem portas para diversos motivos de tragédia como o irrefutável erro principal em sociedade, sendo a violência no trânsito que se deve essencialmente pela falta alarmante da ajuda governamental em questão de bens econômicos refletindo em infraestrutura deficiente, a falta de ciclovias e sobretudo a falta de sinalização em contemporaneidade.

Primeiramente, é crucial dizer que em um país ou corpo social atual se deve ter juízo e a mentalidade para o respeito em coletividade no trânsito, onde não se trate tudo com a violência e sim com diálogo. À vista disso, conforme dados do IBGE a violência no trânsito mata mais que a violência pública, executando 14,8 pessoas em cada grupo de 100 habitantes, algo que apenas destrói cada vez mais a aparência de um país com ‘‘ordem e progresso’’ conforme o dilema da bandeira do Brasil, onde não pensam antes de agir em um acidente no qual pode ter sido um erro simples ou até fatal dependendo da situação.

Desta forma, é incontestável tornar o governo malfeitor dentro do país, no qual não contribui para a evolução a fim de ajudar a sociedade trabalhadora e merecedora de seus esforços, não dando atenção ao povo e conquanto desviando verbas. Ligadamente com a lentidão da justiça na ideia de leis e projetos que venham com a ideia de melhoria e organização do país, pois é fundamental dizer que esse cenário de violência afeta sua economia que já não está tão estagnada. Portanto, a cada caso de acidentes que acontece por dia, consome na média 19 mil vítimas dado o CONTRAN - órgão dirigente de assuntos do trânsito, assim como suas leis - anualmente, tornando dificultoso manter tanto a economia mas principalmente a falta de hospitais e verbas para a construção de prontos-socorros para a ajuda imediata sobre tal revés.

Diante aos fatos mencionados, é plausível que medidas devem ser realçadas para a melhoria no país. Portanto a DENATRAN - órgão máximo executivo do Sistema Nacional de Trânsito - pende a investir e incentivar novas leis e projetos para a comunidade, juntamente de órgãos ou empresas qualificadas para tal afim de transparecer sua progressividade em ação e apresente suas melhorias ao público. Destarte, cabe o governo tratar destas situações dispondo de ações em meios sociais que propunham e ensinem as pessoas em ter mais respeito e consciência ao dirigir, cultivando isso desde auto-escolas e até escolas, provindo de palestras, atividades e até feiras de estudantes onde mostrassem simulações e a própria realidade vivida no dia a dia. Para que assim, sirva de bem na melhoria do país.