Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 27/11/2020

Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo quinto, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo o direito à vida, segurança e igualdade. No entanto, é notório que há maus hábitos do motorista brasileiro provocado pela elevada demanda de produtividade, como também a existência de sucateamento estatal nas rodovias e em ambos casos, resultando em acidentes e danos irreversíveis para a vítima. Portanto, urge que entidades do Governo Federal mitigue essa problemática que persiste na sociedade.

Vale ressaltar de início, os principais motivos que colabora para um acidente. Nesse viés, de acordo com o filósofo Byung - Chul Han, na teoria da sociedade do cansaço, o cidadão vive em um contexto de extrema produtividade com relação as atividades do dia a dia. Desse modo, pela afobação do condutor aliado a demanda do alto desempenho, por muitas das vezes os motoristas atravessam o sinal vermelho, consequentemente, culminando em colisões. Ainda mais, aliado a isso, é recorrente acidentes provocado por vícios no volante, como exemplo, entrar na rua sem ligar a seta de sinalização. Diante do exposto, medidas educativas torna-se necessária para diminuir esse quadro deletério.

Sobre essa conjuntura, outro fator importante é a violência pública no trânsito. Com efeito, a Carta Magna assegura o direito à vida. Contudo, de acordo com a Organização Mundial da saúde (OMS), o Brasil está entre os 10 países com mais mortes ocasionado por acidentes no mundo. Testificando assim, a ineficácia, ausência de atenção e zelo dos órgãos públicos nas rodovias do país que é observada com a má iluminação, precária sinalização e imensos buracos em asfaltos.

Concluindo assim, cabendo ao Ministério da Infraestrutura, por meio de verbas governamentais para os estados contratarem empresas privadas com o propósito de pavimentar, iluminar, e sinalizar avenidas e rodovias. Além disso, passar comercial periodicamente na tevê alertando sobre os perigos na via e quem sabe assim o direito à vida possa ser resguardado.