Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 01/12/2020
A Revolução Industrial desencadeou diversas avanços no corpo social, como a produção em larga escala de automóveis, modelo de produção conhecido como Fordismo. Entretanto, o índice de automóveis nas cidades aumentou excessivamente, de modo a resultar na violência no trânsito, a qual é ocasionada devido a imprudência de muitos cidadãos.
Nesse contexto, é válido salientar que o fordismo foi um sistema racional de produção em massa que transformou radicalmente a industria automobilística na primeira metade do século xx. No entanto, o aumento de veículos nas ruas provocou um acréscimo de acidentes no trânsito, visto que no Brasil, segundo pesquisas do Denatran, a dez anos atrás o país tinha uma proporção de um veículo a cada sete habitantes, e atualmente tem um veículo a cada quatro habitantes, de forma a resultar em 45,5 milhões de automóveis no país.
Outrossim, é importante ressaltar que grande parte da violência no trânsito é causado pelo excesso de velocidade, isso, pois, segundo pesquisas do unifor, a cada aumento de 8 km/h, cresce em 4% o número de mortes no trânsito na cidade e 8% nas rodovias. Além disso, as outras imprudências causadas pela população, como ultrapassar o sinal vermelho, dirigir embriagado, não utilizar setas e não usar o cinto de segurança, aumenta ainda mais o índice de violência no trânsito.
Portanto, em virtude dos fatos mencionados, pode-se afirmar que grande parte da violência no trânsito é causado devido a falta de conscientização da sociedade. Dessa forma, é de suma importância que o Governo Federal, crie medidas que visam educar sobre a importância de respeitar as regras do código de trânsito brasileiro (CTB), por meio de campanhas midiáticas, propagandas e palestras escolares, para que assim, a violência no trânsito deixe de ser uma problemática do país.