Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 08/12/2020
O direito de ir e vir garantido na constituição de 1988, em vigor atualmente, simboliza o exercício da cidadania e democracia. No entanto, a impaciência cultural e as infrações no trânsito desordenam e levam a violência para esse ambiente. Outrossim, é a postura histórica de descaso por parte das instituições federativas para com a aplicação de leis rodoviárias e manutenção dessas.
Em princípio, o Brasil é um país com costumes de ímpetos para benefícios individuais. E no tráfego, o cenário nacional não é diferente, o famigerado " jeitinho brasileiro" com as ultrapassagens, embriaguez no volante, desrespeito aos códigos de trânsito brasileiros põem em risco a vida de todos. A normalidade com que foi aceita as tragédias oriundas dessas violações, aponta para a socialização de um problema cujas as consequências são mortes, pessoas com deficiências locomotoras e outras perdas imateriais e materiais.
Seguidamente desse panorama, o comportamento dos gestores perante essa situação compromete a eficácia do combate. A violência acometida no fluxo de veículos, na maioria das vezes, poderia ser evitada, e os governantes junto aos órgãos reguladores e de policiamento, como a polícia rodoviária federal (PRF), estão distantes de ações socioeducativas. Com a ausência dessa política, a população torna-se propensa a desobedecer leis e regras do trânsito.
Para Platão o conhecimento é a luz para realidade, e para a solução desse desafio é necessário levar discernimento desse tema até os brasileiros. O ministério da justiça, da educação e a polícia rodoviária federal devem propor um projeto social nas escolas e comunidades que aborde e conscientize as pessoas da violência no trânsito e sua mortalidade. Através de agentes federais e pedagogos capacitados que realizem palestras semestrais para aptidão de cidadãos prudentes e responsáveis.