Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 12/12/2020

Durante o governo de Juscelino Kubitschek houve uma investimento massivo e uma expansão para com o sistema rodoviário. Isso criou uma cultura que faz o carro como o automóvel principal na vida dos brasileiros. Entretanto, a população não é prudente no trânsito, o que ocasiona diversos acidentes. Então, percebem-se os comportamentos originadores desse problema e suas consequências, a fim de solucioná-lo.

Em primeira análise, observam-se as atitudes geradoras de revéses nos asfaltos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o 5° país do mundo mais violento no trânsito. A desrespeitabilidade em relação as regras é a maior geradora de falhas. O excesso de velocidade, a embriaguez e o uso de celular ao volante tiram vidas regularmente no teritório brasileiro. Além de conflitos entre carros, a falta de atenção e moderação afeta outros modais, já que vê-se constantes ocorrências de embates com bicicletas e pedestres, por exemplo.

Em segunda análise, consideram-se as consequências, sobretudo as questões econômicas. O alto número de feridos em ruas e estradas ocupa leitos e atendimentos no Sistema Único de Saúde, gerando um maior gasto do governo em situações que poderiam ser evitadas. Outrossim, há a perda social, já que muitas vidas são tiradas por descuido e imprudência. Uma família a cada 15 minutos perde um ente querido em decorrência de fatalidades no trânsito.

Em suma, constata-se a urgência de estabelecer novas normas para evitar fatalidades. Logo, é dever do Conselho Nacional de Trânsito, responsável pelas leis e pela formação de motoristas, reforças suas políticas públicas e melhorar o treinamento de condutores. Isso deve ser feito por meio da reexaminação de leis já existentes, do aumento da fiscalização de velocidade e do uso de equipamentos, como o cinto de segurança, e do incremento das simulações nas autoescolas, a fim de criar uma sociedade segura e garantir o bem-estar de todos.