Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 11/12/2020
A masculinidade é uma espécie de instinto natural entre os homens, porém quando é usada irracionalmente acarreta em muitos prejuízos podendo causar mortes. No Brasil, os índices de violência no trânsito crescem cada vez mais. Isso se deve à cultura da masculinidade excessiva e descaso do Estado, além do mais, atitudes caóticas são causadas 99% das vezes por homens que estão em sua maioria bêbados ou simplesmente propensos a gerar intrigas.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar atitudes culturalmente irresponsáveis de motoristas de todo o país, são pessoas mal instruídas que atropelam pedestres e fogem sem prestar socorro, xingam na intenção de arrumar confusão, além dos que dirigem embriagados colocando em risco a vida de famílias inteiras. Ademais, esse tipo de gente não tem educação nenhuma para viver em sociedade e principalmente para estar em convivência com o trânsito pois são responsáveis pela morte de milhares de motoristas e famílias prudentes ao longo de todos os anos.
Por conseguinte, o Estado também carrega suas culpas tanto pela deficiência de legislação e estrutural quanto pela falta de ações preventivas, impunidade e desprezo por esse grande fenômeno. E também, governadores em vez de darem orientação às pessoas, diminuem os limites das vias ocasionando em um trânsito massivo e propenso a mais brigas, não proporcionam vias decentes para os motoristas como também deixam a cidade se expandir sem nenhum planejamento, ruas e avenidas ruins e perigosas. Como consequência, vemos um alto índice de mortalidade no trânsito todos os anos.
Portanto, concluímos que é de extrema urgência darmos atenção à esse problema crônico sendo notória a ação estatal através da criação de leis e propagandas instrutivas na televisão com o objetivo de diminuir os incidentes e conscientizar mais os brasileiros de que é preciso mais maturidade e cuidado no trânsito. Tomadas essas medidas, poderíamos notar uma melhora nos índices e diminuir o assustador número de mortes.