Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 16/12/2020
No âmbito dos Anos Dourados houve um “boom” na indústria automobilística e na demanda de produção de carros que intensificou a situação do agravamento da violência . No entanto, no Brasil a imprudência e os descumprimentos das leis levaram à insegurança dos condutores. Portanto, a necessidade das autoridades em solucionar esta problemática que é a violência nas vias urbanas cresce cada vez mais, mas não é só a infraestrutura que irá resolver este impasse mas sim outro fenômeno.
É evidente que, a imprudência está ligado intrinsecamente ao consumo de bebidas alcoólicas sendo que o maior índice de prisões por violências e mortes no trânsito é por meio do consumo de álcool. A lei seca é descumprida muitas vezes pela fragilidade das leis assim como ela muitas outras são, é natural que uma pessoa sinta uma insegurança ao dirigir. Pois, as leis estão em vigor são fracas, já que a constituição ressalta tanto o valor à vida parece que não vale tanto assim pelo fato que as penas são pagas por meio de fianças.
Por outro lado, o descaso do governo no que tange à violência ao volante, o Brasil ocupa a 5° colocação do país mais violento no trânsito do mundo, conforme mostra a OMS Organização Mundial da Saúde. Isto reflete por conta da ingerência governamental e fiscal por parte do DETRAN. Dessa forma, será preciso reduzir as velocidades nas estradas e acionar a PRF para inspecionar e talvez prender os infratores que cometem crimes no trânsito que leva o perigo e a insegurança de todos.
Portanto, fica evidente que, é necessário que os órgãos públicos como DETRAN fiscalizem de perto os fatores que causam esta problemas como por exemplo lombadas eletrônicas a fim de viabilizar as tensões nas vias. Como também, promover palestras nas escolas para as crianças e nas universidades para os jovens, com intuito de conscientização sobre os perigos que pode haver no tráfego. Pois não é com dinheiro que se melhora a qualidade do trânsito e sim outro fenômeno chamado de Educação.