Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 31/12/2020

Em 5 de outubro de 1988, foi promulgada a Constituição que se encontra em vigência no Brasil, a qual garante direitos sociais, como a segurança. No entanto, a pessoa que sofre com violência no trânsito, acaba por não usufruir de tal direito. Ademais, é visível que a pressa exacerbada e a ausência de medidas governamentais são agravantes desse problema.

Primeiramente, vale ressaltar que a ânsia por chegar nos lugares cada vez mais rápido é nociva. Foi durante a República Populista que vieram em grandes quantidades os automóveis para o país, no governo do então presidente Juscelino K., que tinha como o lema ‘‘cinquenta anos em cinco’’, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Apesar disso, JK não previu que o meio de transporte poderia causar problemas, como a violência, ocasionada por pressa e falta de atenção, o que terrivelmente pode resultar em acidentes fatais. Consequentemente, deixando parte da população sem seu direito constitucional, infelizmente.

Além disso, com a criação da Lei Seca é inegável que foi reduzida a taxa de óbitos no trânsito, mas não o sufiente. Segundo uma pesquisa realizada pelo Minitério da Saúde, ouve uma queda de 2,4% em todo o território nacional no número de mortos em fatalidades nas rodovias, no ano de 2019 em relação ao ano anterior. Diante disso, é evidente que apesar de existirem leis para tentar evitar tragédias, elas ainda sim são fracas, já que esse número de mortes não se reduz de forma acentuada e constante. Por conseguinte, deploravelmente, vidas inocentes serão perdidas até que o governo começe a tomar o controle real da situação.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver essa problemática. Desse modo, cabe ao Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Justiça criarem campanhas educativas e endurecerem  a Lei Seca, essas que seram divulgadas em escolas, públicas e privadas, por intermédio de professores e especialistas no assunto, para conscientizar os alunos das consequências. Assim, com essa parceria, alçará o país a uma verdadeira Democracia de Direito.