Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 03/01/2021
Apesar do Brasil ratificar a Agenda 2030 estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 2015, que cria uma meta de assegurar uma vida saudavél e promover o bem-estar para todos, o Estado brasileiro ainda demonstra uma inércia para solucionar a lacuna da violência no trânsito. Logo, as negligências afetam o direito à saúde e a produtividade econômica.
Primeiramente, é válido ressaltar que a displicência Estatal colabora com esse cenário. Destaca-se a Constituição, que garante que a segurança nas rodovias é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos.Todavia, a defasagem do Estado em não cumprir a Carta Magna contribui para incidentes nas rodovias, assim como a violência no trânsito é a quinta maior causa de morte no Brasil, dados oficiais do Ministério da Saúde. Desse modo, o governo atua como agente perpetuador desse imbróglio, visto que a sociedade não goza dos preceitos da Constituição firmado pelo Congresso Nacional.
A produtividade econômica é o fator principal no desenvolvimento de um país. Porém, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto, verifica-se que o Brasil perde em produtividade econômica cerca de 149 bilhões de reais em decorrência de acidêntes nas rodovias, dados fonecidos pelo Ministério da Economia. Nota-se que é fundamental que haja maior investimento em segurança no sistema modal de transporte para que todos os brasileiros sejam incluídos em ambientes favoravéis à segurança no trânsito.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham diminuir incidentes nas estradas. Em suma, cabe o Ministério da Saúde, fazer o investimento na prevenção de acidentes, por meio de propagandas em outdoors nas rodovias e o melhoramento da sinalização de trânsito,a fim de melhorar o fluxo de veículos e a diminuição de acidentes nas rodovias.