Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 06/01/2021
Lista divulgada pela Organização Mundial da Saúde indica o Brasil como o quinto maior índice de violência no trânsito mundial. Não obstante, o debate acerca da violência no trânsito brasileiro demonstra forte relação entre o comportamento social e o número de acedentes nas ruas, provavelmente devido a naturalização de risco de hábitos e falta de consciência individual.
Em primeiro lugar, cabe destacar a normalização de comportamentos de alto risco no trânsito do país. De acordo com o filósofo A. Schopennhauer, os limites no campo de visão de um indivíduo determinam seu entendimento do mundo. Sob esse ponto de vista, pessoas inseridias em ambientes violentos e com normas sociais deturpadas tendem a reproduzir hábitos semelhantes nas demais esféras da sua vida, incluindo no trânsito.
Outrossim, é possivel associar a tal quadro a falta de consciência e estimulo a mudança populacional. Segundo Imannuel Kant, é na temática da educação que se assegura o aperfeiçoamento da humanidade. Do mesmo modo, a falta de abosrdagem da problemática de segurança nas ruas em escolas e demais instituições educacionais do país resultam na formação de pedestres e futuros motorístas imprudentes, sem devida consciência de seus atos no trânsito, contribuindo para o aumento da violência.
Urge então, que os aspéctos acima debatidos sejam solucionados para a redução da violência no trânsito no Brasil. Sendi assim, cabe ao Ministério da Saúde, em parceiria com o Departamento de Trânsito, elaborar materiais de educação no trânsito, por meio de cartilhas e instrumentos midiáticos , a serem entregues em todas as instituições, públicas e privadas, de ensino básico do país. Além disso, é papel do Ministério da Educação garantir a inserção desse material ao plano de Diretrizes e Bases da Educação nacional, atingindo com isso a finalidade maior de formar cidadãos mais consciêntes e tornar o trânsito brasileiro um lugar mais seguro e assim, eliminnar o nome do país de futuros ranking de violência na OMS.