Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 12/01/2021
Na obra “Utopia” do escritor Inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que, no trânsito apresenta barreiras as quais dificultam a concretização dos planos de More. Nesse sentido, diante de uma realidade instável, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida para esse impasse social.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a violência no trânsito, deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é o responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta de atuação das autoridades, de acordo com o portal de notícias G1, hoje, cerca de 32,5% dos indivíduos sofrem agressões no trânsito. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Somado a isso, há caso de hostilidade contra essas pessoas, tanto física, quanto verbal. “Todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres”, a declaração do filósofo Tomás de Aquino nos permite refletir sobre os direitos que o ser humano possui sendo respeitado e cuidado independente da situação. É inaceitável que, em um país Signatário da Declaração dos Direitos Humanos, a sociedade não tenham seus direitos e sua dignidade preservada.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessa forma, o Estado deve promover debates sobre a violência no trânsito, na população, com exposição sobre consequências relacionadas a esse tipo de impasse. Espera-se com isso que a sociedade seja mais igualitária e democrática para os cidadãos e a coletividade alcançará a Utopia de More.