Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 20/01/2021

No contexto da mobilidade urbana, os meios de transporte como o carro e a moto, se tornaram grandes aliados por facilitar a locomoção da sociedade, porém no cotidiano atual, a violência e a imprudência no trânsito pode ser comparado a uma arma, pela sua capacidade de tirar a vida quando ultilizada de forma irresponsável, dessa forma colocando em xeque os seus benefícios frente as suas consequências.

Em primeira análise, segundo uma pesquisa realizada pela OMS, o Brasil é o 5º país mais violento no trânsito com relaçao à outros paises, este levantamento revela uma situação alarmante, visto que situações de imprudência e impunidade se tornarão corriqueiras. Nessa perspectiva, problemas como a não ultilização do cinto de segurança, desrespeito as leis de transito, tais como, ultrapassar os limites de velocidade estabelecido, dirigir alcoolizado e realizar manobras proibidas, colocam em risco a própria vida e à de terceiros.

Em contrapartida,há no Brasil leis que proibem esses tipos de comportamento, como a lei seca, que  proíbe o consumo de bebidas alcoolicas por condutores  e as multas  aplicadas por infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro que podem reter a  permissão para dirigir, além de em agumas situações levar a prisão. Porém é notorio que elas somente não foram capazes de assegurar um trânsito mais seguro e reduzir o nível de violência, visto que a impunidade e a falta de fiscalização leva os condutores a continuar desrespeitando as leis.

Considerando os aspectos mencionados, fica eminente os riscos envolvendo o trânsito brasileiro, assim sendo, é preciso que o  DETRAN promova em escolas e faculdades palestras e campanhas educativas a fim de demonstrar o impacto causado por infrações de transito e a importância da formação de condutores prudentes, também é necessário intensificar a fiscalização por meio de blitz e endurecer as penalidades como fazer o infrator responder criminalmente pelos seus atos, a fim de intimidar os condutores e tornar o transito um lugar mais humanizado e consciente.