Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 24/02/2021
Em seu livro “utopia”, Thomas More imagina uma sociedade esclarecida, em que todos são capazes de participar ativamente de um processo transformador de conscientização. Diante disso é lícito afirmar que no que concerne à violência no trânsito, o Brasil está distante do ideal de more, pois o país ignora medidas que diminuiriam a prática dessa situação. Dessa forma a melhor maneira de resolver o problema em questão, seria o fortalecimento da legislação e melhorias na infraestrutura.
Segundo o filósofo iluminista Jean Jacques Rousseau, viver em sociedade deturpa os bons valores, fazendo com que o indivíduo se torne corrupto. Nesse contexto, a legislação de trânsito brasileira é apresentada, de certa forma incentiva acometimento de imprudências e irresponsabilidades, pois a punição é muito superficial, levando em consideração países desenvolvidos com uma legislação mais rigorosa. Nesse contexto, países como o Canadá, qual o motorista, abordado, ou seja constatado em caráter técnico a embriaguez, além da convencional prisão e multa, possui o veículo em questão destruído pelo governo canadense.
Apesar de o Brasil em 2008, ter colocado em pratica a “lei seca”, essa qual o motorista flagrado embriagado, tem sua carteira cassada seguido de multa, é muito branda, pois o motorista que se recusar fazer teste para constatar uma possível ingestão de álcool, tem apenas o prejuízo financeiro como consequência, dessa forma abrindo brechas na atual legislação.
Em síntese, dadas as condições cabe ao ministério da Justiça alinhado as autarquias municipais brasileiras, implementar medidas mais rigorosas, a esses infratores, como a cassação por um período de um ano, e a apreensão do veículo que foi autuado junto ao suspeito, sendo somente devolvido ao infrator depois desse mesmo período de tempo. A legislação não apresenta a mesma taxa de velocidade como as imprudências no trânsito, mas com essas propostas aqui demonstradas serão de grande ganho social a sociedade brasileira.