Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 08/07/2021
O Governo de Juscelino Kubitschek estimulou, no Brasil, o aumento do uso dos carros particulares com a implantação das indústrias automobilísticas. Atualmente, tal cenário não mudou. Dessa forma, a medida que a quantidade de automóveis crescessecia, haveria, também, a necessidade de que as leis de trânsito se tornassem mais rígidas, a fim de evitar tumultos no trânsito. Entretanto, é notório nas vias brasileiras o uso da violência seja pelo cansaço excessivo dos condutores, seja pela falta de empatia com o próximo.
Sob tal perspectiva, um fator que corrobora a problemática é o cansaço dos indivíduos. Conforme o pensamento do filósofo Byung-Chul Han, a sociedade hodierna se encontra em uma fase de hiperatividade em suas relações, tratando da vida moderna com velocidade ocasionando o esgotamento tanto físico como psicológico. Logo, com a rotina estressante de muito trabalho combinada a rotina no trânsito com congestionamentos e com a imprudência por parte de alguns condutores leva ao estresse dos motoristas, podendo ocasionar a agressão verbal ou até a física nos piores casos. Para exemplificar, na zona leste de São Paulo uma briga de trânsito acabou em tentaiva de assassianto após ocorrer uma batida de carro. Assim, é perceptível que deve haver mais educação e compreensão nas ruas.
Outrossim, a negligência social se torna preocupante diante desse problema. Nesse sentido, Auguste Comte definiu o altruísmo como um conjunto de disposições humanas - individuais e coletivas -, de modo que os seres humanos se dediquem uns aos outros. No entanto, é visível constantes mortes ocorridas pela falta de empatia e de respeito com o próximo. Dessa maneira, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quinto país mais violento no trânstiro e isso se dá pela falta de educação legislativa e desrespeito com as normas já existentes, as quais são muito rígidas no que tange à diminuição de acidentes ocasionando mortes no fluxo. Portanto, medidas são necessárias para atenuar esses acontecimentos na sociedade brasileira.
Destarte, que a implementação de providências são indispensáveis para o bem-estar de todos os brasileiros. Assim sendo, cabe ao Detran junto às mídias televisivas, a qual garantirá maior alcance informacional, promover debates e propagandas acerca da falha instrução no trânsito dos condutores bem como formas de evitar acidentes, mediante programas que abragem essa questão contraproducente. Com o fito de diminuir mortes e acidentes no trânsito, além de conscientizá-los das consequências do estresse nas vias urbanas.