Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 07/04/2021
De acordo com o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério de Saúde, a violência no trânsito no Brasil cresceu 38,3% no período compreendido entre 2002 a 2012. Isso ocorre devido o uso desmedido de celular ao volante e dirigir alcoolizado. Assim sendo, a irresponsabilidade da população brasileira agrava essas estatísticas, colocando em risco tanto o condutor como vítimas inocentes, que porventura, estejam no caminho desse indivíduo.
Dessa forma o álcool aumenta a possibilidade de óbitos no trânsito uma vez que as vítimas são jovens e adolescentes que não atentam ao perigo deixando a atenção de lado quando estão na direção. Outro fator é a utilização de celular ao volante, sendo essa a terceira maior causa de fatalidade no trânsito, pois além de distrair o condutor, pode provocar consequências irreverssíveis. O estudo apontou que alguns motoristas chegam a ficar até 4,5 segundos sem atentar ao trânsito enquanto interagem em redes sociais e mensagens aleatórias.
Um exemplo disso são acidentes que ocorreram com artistas e jogadores de futebol, como o caso Dener que voltava de uma festa e colidiu com uma árvore na estrada de São Paulo. Isto posto, é válido ressaltar que situações como estas só aceleram a mortalidade e os caminhos nada convencionais de um trânsito caótico, descontrolado e sem direção consciente, pois o que determina a seriedade e o compromisso com as leis de trânsito são uma gestão pública comprometida e eficaz para o bem comum da sociedade.
Por fim, para que haja diminuição nos acidentes de trânsito é necessário a criação de cartilhas educacionais, anúncios informativos com o objetivo de conscientizar a população, principalmente os mais novos, para que entendam que uma ação imprudente pode gerar consequências trágicas e mortes de pessoas inocentes devido a desobediência dessas normas, uma vez que foram elaboradas para resguadar e salvar vidas, e não sua omissão perante o cotidiano. Álcool, distração e direção podem causar confusão, portanto seja a exceção.