Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 17/04/2021

Na obra “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector, a personagem Macabéa morre atropelada logo ao sair da cartomante. No entanto, ao relacionar com a violência no trânsito brasileiro, nada é distorcido, haja vista que a taxa de acidentes cresce gradativamente. Dessa maneira, meios devem abordados para que esse crime reduza.

A priori, convém destacar que a prática da fiscalização de maneira propriamente rígida seja um dos meios para que reduza a violência no trânsito na “terra tupiniquim”. De acordo com o artigo 5 da Constituição Brasileira, todos os indivíduos são iguais perante a lei. Partindo desse pressuposto, fica claro que esse dever nacional não é exercido na prática, tendo em vista que o respeito no trânsito é caótico e nem mesmo há execução da fiscalização como dita na teoria, o que mostra o antagonismo de igualdade entre fiscalização e o individuo ao cobrar aquilo que não é de sua competência monitorar.

Por conseguinte, evidencia-se a execução de politicas socioeducativas no âmbito social como um meio viável para que ocorra a redução efetiva da violência no trânsito brasileiro. Segundo o filósofo Emmanuel Levinas, deve ser aplicado na sociedade a ética de alteridade, ou seja, a necessidade de se colocar no lugar do outro. Sendo assim, ao analisar esse dever individual na sociedade brasileira, fica perceptível que não é utilizado, o que a ausência de empatia e respeito no trânsito contribui para o agravamento de acidentes, sendo preciso noções educacionais. E

Em suma, é notório que ainda há obstáculos para que ocorra a redução da violência no trânsito no Brasil. Logo, cabe ao Poder Executivo a prática dos artigos Constitucionais que considerem crime todo e qualquer acidente no trânsito, monitorando e fiscalizando os condutores para que reduzam esse caos de maneira gradativa. Outrossim, é dever das prefeituras o papel de tornarem as cidades em espaços humanizados, com a tarefa de proporcionar palestras no meio social que vise a reeducação de condutores e pedestres no trânsito, a fim de que ambos sejam conscientes dos seus atos e não torne a ocorrer o fato como na obra de Clarice Lispector.