Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 13/05/2021
É perceptível o aumento exacerbado de meios de transportes individuais desde a segunda revolução industrial, na segunda netade do século XIX. A globalização teve papel importante também por conta das exigências feitas, como necessidade de um automóvel para se locomover com facilidade. Nesse sentido, a superlotação no trânsito causou problemas ao cidadão que circula nas ruas, como a dificil mobilidade que é capaz de provocar raiva e agitação em quem não sabe como lidar com esses acontecimentos. A infraestrutura precária colabora com congestionamentos que inviabilizam o fluxo normal de carros.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o quarto país no mundo com mais mortes no trânsito, isso é um retrato realista e com grande impacto no sistema de trânsito brasileiro, deixando evidente a falta de preparos básicos sobre educação no volante.
Ademais, a irresponsabilidade dos condutores também reflete nos dados de levantamentos sobre agressão no trânsito, os estressantes problemas causados pelos congestionamentos fazem muitas pessoas se descontrolarem com grande facilidade, assim causandos discussões que podem resultar em brigas físicas. Em um levantamento feito pelo Fantástico em 2019, mostra que essas intrigas causaram pelo menos 39 mortes no ano. Um sério número, pois se trata de vidas perdidas de uma forma que pode ser considerado até mesmo banal por alguns.
Diante disso, fica evidente que o despreparo tanto de uma parte de motoristas quanto da infraestrutura podem agredir direitos humanos e causar problemas sociais como um todo. Deste modo, faz-se necessário a intervenção governamental pelo Departamento Nacional do Trânsito com objetivo de modernizar a infraestrutura de cidades por meio de investimentos feitos por esses, paralelamente a isto investir também em preparos psicologicos necessários para aqueles que tem direito de dirigir nas ruas, então assim consiga diminuir a letalidade nessa atividade essencial do cotidiano.