Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 04/06/2021

O elevado índice de transtornos sociais provocados, pela violência no trânsito em dabate no Brasil, mostra-se como um problema nocívo à sociedade, pois compromete o desenvolvimento do potencial psicossocial das vítimas. Nesse contexto, seja pela falta de responsabilidade dos motoristas, seja pela baixa fiscalização no trânsito. Logo, essa problemática requer intervenção.

Decerto, observa-se que a falta de responsabilidade da parte dos motoristas no trânsito, corrobora para os altos índices de violência e de acidentes. Nesse contexto, segunda a terceira Lei de Newton - toda ação gera uma reação-, faz-se analogia a esse pensamento os desastres no trânsito. Por exemplo, a utilização de celulares ao dirigir, torna o motorista mais sucestível aos acidentes de trânsitos, em que pode-se causar confusões ainda maiores, gerando à violência no trânsito. Dessa forma, a responsabilidade no trânsito é imprescindível para reduzir essa causa.

Ademais, vê-se que a baixa fiscalização no trânsito, influência para que motoristas infrinjam as normas de condução de veículo, aumentando as ocorrências no tráfego. Nesse sentido, está previsto no artigo 5° da Constituição Federal de 1988, em que a segurança é um direito de todos. Entretanto, é notório que na realidade brasileira essa virtude é mal implementada à sociedade, nota-se pela segurança no trânsito que tem baixa fiscalização, que por consequência, a alta taxa de mortalidade nos trânsitos.

Portanto, alternativas são necessárias para sanar esse impasse no País. O Poder Público, por meio das instituições de ensino, deve promover palestras e desenvolver campanhas para orientar à população a ter uma responsabilidade no tráfego de veículos. Tal como, desativar o celular ao conduzir um veículo. E além disso, direcionar um maior investimento de verbas, para a ampliação da fiscalização do trânsito brasileiro. Dessa forma, em médio prazo, reduzirá essa problemática social.